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Alberto de Oliveira

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SONETOS

SONETO 1: A Vingança da Porta Era um hábito antigo que ele tinha: Entrar dando com a porta nos...

SONETO 2: Vaso Chinês Estranho mimo aquele vaso! Vi-o, Casualmente, uma vez, de um perfumado...

SONETO 3: Vaso Grego Esta de áureos relevos, trabalhada De divas mãos, brilhante copa, um dia,...

SONETO 4: Taça de Coral Lícias, pastor - enquanto o sol recebe, Mugindo, o manso armento e ao ...

SONETO 5: O Pior dos Males Baixando à Terra, o cofre em que guardados Vinham os Males, indiscr...

SONETO 6: A Janela e o Sol "Deixa-me entrar, - dizia o sol - suspende A cortina, soabre-te! Pr...

SONETO 7: Cheiro de Espádua "Quando a valsa acabou, veio à janela, Sentou-se. O leque abriu. S...

SONETO 8: Soneto Agora é tarde para novo rumo Dar ao sequioso espírito; outra via Não ter...

SONETO 9: Vestígios Divinos (Na Serra de Marumbi) Houve deuses aqui, se não me engano;...

SONETO 10: A Casa da Rua Abílio A casa que foi minha, hoje é casa de Deus. Traz no topo uma cru...

SONETO 11: A Alma dos Vinte Anos A alma dos meus vinte anos noutro dia Senti volver-me ao peito...

SONETO 12: Horas Mortas Breve momento após comprido dia De incômodos, de penas, de cansaço ...

SONETO 13: Última Deusa Foram-se os deuses, foram-se, eu verdade; Mas das deusas alguma existe,...

SONETO 14: Luva Abandonada Uma só vez calçar-vos me foi dado, Dedos claros! A escura sorte minh...

SONETO 15: Choro de Vagas Não é de águas apenas e de ventos, No rude som, formada a voz do Ocea...

SONETO 16: Soneto A mata virgem, desgrenhada aos ventos, Eleva à noite a alma complexa e vária...

SONETO 17: Afrodite I Móvel, festivo, trépido, arrolando, À clara voz, talvez da turba iriada...

SONETO 18: Afrodite II Cabelo errante e louro, a pedraria Do olhar faiscando, o mármore luzindo...

SONETO 19: Flor de Caverna Fica às vezes em nós um verso a que a ventura Não é dada jamais de v...

SONETO 20: Terceiro Canto Cajás! Não é que lembra à Laura um dia (Que dia claro! esplende o mat...

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