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"Aonde quer que eu vá, eu descubro que um poeta esteve lá antes de mim".
S. Freud
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A maioria dos sonetos abaixo eu escrevi entre 1997 e 1999. Eles foram divididos em 4 partes para a ocasião das Bodas de Prata dos meus pais. Falam principalmente a respeito do amor e da ausência dele, a solidão. Ficarei feliz se algum deles, porventura, te agradar. Desculpe-me pelos erros de português. Qualquer correção será bem-vinda através do e-mail: webmaster2@sonetos.com.br.

I - E por falar de amor...
  1. Antíteses do amor
  2. Ser feliz
  3. Loucuras de amor (I)
  4. Ao primeiro olhar
  5. O ponto de parada... e de partida
  6. Fase I - O nascimento
  7. O vício
  8. O oitavo pecado
  9. Rápida paixão
  10. Impossível te esquecer (I)
  11. A inspiração
  12. Perto ou longe
  13. V...
  14. Da maneira certa
  15. Fase II - A vida
  16. Pobre trovador
  17. Micro-sentidos
  18. Palavras
  19. A timidez
  20. Inquérito
  21. Sob o mesmo lençol
  22. Loucuras de amor (II)
  23. Recomeçar
  24. E por falar de amor...
  25. O lugar ideal
  26. Impossível te esquecer (II)
  27. O disfarce
  28. Fase III - A morte
  29. Acredita, amo-te
  30. A solidão
  31. Rima perfeita
  32. Mentiras
  33. Como um rio
  34. Paradoxos de uma traição
  35. Amor em forma de música
  36. Loucuras de amor (III)
  37. Macro-sentidos
  38. Onde estarás
  39. A mais bela flor
  40. Demolição
  41. A partida
  42. Fase IV - A ressurreição
  43. A pessoa certa
  44. Luzes da cidade
  45. Quem com ferro fere...
  46. A eterna maratona
  47. Impossível te esquecer (III)
  48. Curta a vida; a vida é curta
  49. Midas
  50. Sempre escrever
II - E por falar (mais) de amor...
  1. A rosa branca (I)
  2. Uma poesia sobre nós
  3. Defeito
  4. Deixa a chuva
  5. Castro Alves
  6. Voar
  7. Canto, porém canto
  8. O sexto sentido
  9. Vãos
  10. Poeta só
  11. Jardineiro
  12. Dúvidas
  13. Exagero
  14. Cem palavras
  15. Mover o dom
  16. É que...
  17. Eclipse
  18. A gente se entende
  19. A cerveja
  20. Beijo e abraço
  21. A quem consolar?
  22. Importante é prosseguiir (I)
  23. E por falar (mais) de amor...
  24. A rosa branca (II)
  25. Corpo quente
  26. Flutuar
  27. Bem-vindo
  28. Sonho acordado
  29. Marisa Monte
  30. Importante é prosseguir (II)
  31. Platônico
  32. Natureza
  33. Gana
  34. Tu decides
  35. Sem graça
  36. A rosa branca (III)
  37. Sonhar
  38. Sol frio
  39. O perfume
  40. Lágrimas
  41. Nossos segredos
  42. O último segundo
  43. Sonhos e trovas
  44. Por onde flor
  45. Importante é prosseguir (III)
  46. À espera
  47. O poder de um se
  48. Pequeno grande coração
  49. Algo assim
  50. O ciúme
III - E por falar (ainda) mais de amor...
  1. Simplesmente amaste
  2. Alvo eterno
  3. Prece
  4. Rica pobreza
  5. Ama
  6. Quando ela dança
  7. A vida, um sonho
  8. Mesmo que...
  9. Ter tudo, sem amor...
  10. Idade
  11. Palco
  12. Não consigo te dizer
  13. Deus
  14. Bodas de Prata
  15. Ninguém pode saber
  16. Amor e música
  17. Ser diferente
  18. Toque
  19. Campinas
  20. O cinema
  21. Quero ser teu par
  22. Tanto
  23. A iluminar seus passos
  24. Pequenina
  25. E por falar (ainda) mais de amor...
  26. O estio
  27. O cigarro
  28. Assaltos
  29. O ciclo
  30. Falha ou virtude
  31. Fim do ano
  32. Sedução
  33. Quanto mais?
  34. Doa a quem doar
  35. Tudo o que é demais...
  36. Serafim
  37. Abstração
  38. Decadência
  39. Sem modéstia
  40. Sandra
  41. Agradecimentos
  42. Recordações
  43. Do presente da beleza
  44. O aparte
  45. Mesa de bar
  46. A cura
  47. Mais do que um sentimento
  48. Agora eu vou
  49. A lua
  50. Duzentos
IV - E por falar...
  1. A ilha
  2. A vida passa
  3. Milton Nascimento
  4. A porta
  5. Auto-soneto
  6. Monossílabos
  7. Imprevisível (I)
  8. Separação
  9. A cigarra e a formiga
  10. Tão difícil
  11. Após o acidente
  12. Nunca desistir (I)
  13. Salvador
  14. Beijinhos (quereres mais)
  15. Sem inspiração
  16. Ir além
  17. Matemágica
  18. Novela
  19. Monotonia (I)
  20. Vestibular
  21. A verdadeira igreja
  22. A janela
  23. Dia dos pais
  24. Imprevisível (II)
  25. Pobre riqueza
  26. S...
  27. O urubu e a pomba
  28. Hospital
  29. Lição de morte
  30. Nunca desistir (I)
  31. A barreira
  32. Estranha criatura
  33. Para a irmã mais nova
  34. Sono
  35. Pura escória
  36. Aos críticos
  37. Monotonia (II)
  38. Lívrio
  39. O regresso
  40. Soneto ao soneto
  41. O melhor amigo
  42. Insegurança
  43. Dia das mães
  44. Feliz aniversário
  45. Vá à luta
  46. O Céu
  47. Terno eterno
  48. O elogio
  49. Sem título (e sem porquê)

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VOCÊ SABIA?

A expressão "pior a emenda que o soneto" surgiu por causa do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage. Ele era tão respeitado que, um belo dia, uma pessoa interessada em ser escritor procurou-o com um soneto. Pediu ao poeta que o lesse com carinho e anotasse os erros. Bocage concordou. No dia seguinte, encontraram-se para conversar. Para surpresa do poeta aprendiz, Bocage não havia anotado nada. Tinha achado o texto tão ruim que nem valia a pena corrigir, porque a emenda seria pior do que o soneto. Se o conselho fez com que o escritor desistisse da carreira, a história não registra. Mas a frase se tornou uma espécie de ditado popular. Se alguma coisa que fazemos não sai exatamente como deveria, nem sempre dar um jeitinho resolve. A emenda pode sair pior do que o soneto. (Sérgio Nogueira)

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A origem da expressão "fechar com chave de ouro", usada para definir o remate feliz, de belo efeito, de um acontecimento, está relacionada às obras literárias, principalmente os sonetos. Chave de ouro, para o sonetista, é o último verso de um soneto, que dará sentido a todo o resto da composição. Repare no soneto "Amor é um fogo que arde sem se ver" como Camões encerra perfeitamente, ou seja, com chave de ouro, seu soneto sobre as contradições do amor.
Última atualização: 22/12/2007 - © 2002-2008 Bernardo Trancoso. Todos os direitos reservados.