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Tu e eu

És o rio caudal que serpenteia,
Sou o tímido regato da campina;
És o castelo que a estrada margeia,
Sou a pobre choupana da colina;

És forte labareda que incendeia
No fogo crepitante de uma mina;
Sou a chama que fraca bruxuleia
Ao minúsculo contato da neblina;

És da donzela recatada e pura,
O sublime presente da Natura,
Da virgindade o véu cristalino...

Enquanto sou, na diferente lida,
Pelos bordéis e bacanais da vida,
Da prostituta o furor uterino!

josé riomar de melo

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