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A uma órfã

Lembraste agora daquela criança,
Pensando ser o pai por um instante!
Porque do ato, que ficou distante,
A consciência te fez a cobrança;

Lembrando aqueles idos de bonança,
Em que jovem, tranquilo, confiante,
Abraçavas fogoso aquela amante
Acercou-te um fiapo de esperança;

Mas não eras o dono do negócio!
E a convicção que havia um sócio
Complicou tudo, gerando talvez

Desse passado, que traz o presente,
A orfandade de uma adolescente
Na incerteza que acompanha três...

josé riomar de melo

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Soneto de Jose Riomar de Melo

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