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Que no estômago aquela dor tamanha,
Em atroz enxaqueca disfarçada,
Te chegue sem fazer-se anunciada,
Numa visita inesperada, estranha!

Todas as vezes que a brutal façanha
Que comigo fizeste for lembrada!
Para que sintas como é complicada
A mágoa que insistente me acompanha!

O que mais quero, nesse mar de queixas,
Nessa última impressão que tu me deixas,
É que tenhas, embora a contragosto...

Sempre que lembres teu procedimento,
Na dura crítica do arrependimento
O lenço pobre que te enxuga o rosto!

josé riomar de melo

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