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Aquela vizinha

Quantas vezes nervoso desta cama
Eu me levanto num ato excitante,
Tentando ver, pelo meu basculante,
Aquele corpo que o desejo inflama!

Tudo que almejo, na singela trama,
Mesmo afastado, embora distante,
É sentir o prazer alucinante
De ter nos braços a fogosa dama!

E fechando a janela ao desalento,
Vou tentando tirar do pensamento
Aquela que ao delírio me induziu...

Mas ao deitar-me, na mente agitada,
Chego a senti-la despida, excitada,
Na cena que entre nós não existiu.

josé riomar de melo

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