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Mãos

A que afaga é a mesma que apedreja!
A que o berço balança é a que mata!
Que com gesto obsceno desacata,
E apalpando faz que o cego veja!

Que bate palmas com fervor na igreja,
Que a hóstia santa concede a beata;
Que limpa a roça, que planta a batata,
E faz que a safra em abundância seja!

Que leva aos lábios, num momento terno,
Do pequerrucho o peito materno,
Que a fronte ampara no cismar soturno...

Que mil facetas caprichosa oculta
Da mariposa tarimbada e culta
Nas peripécias de um voar noturno!

josé riomar de melo

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