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Vampiro brasileiro

Com o aparelho ao alcance da mão,
Eu me deito juntinho ao telefone,
E noite a dentro solitário, insone,
Fico esperando tua ligação!

A ânsia enorme, a inquietação,
Algo não surge que solucione,
Que esta querença jamais me abandone
Um toque ao menos por demonstração!

A noite avança... O telefone mudo...
Porém, o corolário disso tudo
Vem nas minhas manhãs, meu companheiro...

Nas olheiras profundas, no desgosto
De no espelho, fitando meu rosto,
Ver o retrato do Bento Carneiro!

josé riomar de melo

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Soneto de Jose Riomar de Melo

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