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Quem sabe...

Quem sabe nos acasos desta vida,
No silêncio, na calma do sol posto,
Tu escutes no som, descontraida,
A fita que te dei com tanto gosto!

Quem sabe, por remorso, por desgosto,
Escutando a canção tão preferida,
Ao lembrar nossa triste despedida,
Uma lágrima te caia sobre o rosto;

Quem sabe, não é tudo fantasia!
Um delírio, ilusão, uma utopia,
Uma loucura, qualquer coisa assim...

De quem sabendo jamais te rever,
É o portador, que tu fizeste ser,
Dessa saudade que não tem mais fim...

josé riomar de melo

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