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A cigana

Da noite a brisa amena sacudia
Os seus cabelos de cor prateada,
Que num todo ao luar se confundia
Com a brancura argentina da estrada;

Tinha o ar circunspecto de uma fada,
Mas um véu de mistério lhe envolvia,
Seu olhar, com um rasgo de ironia,
Falava pela boca nacarada!

Um segundo depois, não mais que isto,
Como um passe de mágica nunca visto,
Seu delgado contorno esmaeceu...

E da estranha, de formas garbosas,
Ficava apenas um cheiro de rosas
Quando seu vulto desapareceu...

josé riomar de melo

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Soneto de Jose Riomar de Melo

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