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Sobras

O sobejo imprestável que ficou
No lençol como mancha de um orgasmo,
É o que a vida me mostra, por sarcasmo,
De uma história sem graça que acabou;

Quem um dia confessa que me amou
Hoje foge de mim amedrontada,
Porque sabe por outro foi usada,
E num traste em ruinas se tornou;

E agora vagante, sem ter rumo,
Perdeu da vida o objetivo, o prumo,
Corpo sem graça, um vício ambulante...

Que em passo triste, sem nenhum roteiro,
Vive hoje a cata de algum parceiro
Pelas calçadas da velha Amarante...

jose riomar de melo

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