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Ainda quero crer

Ainda quero crer que me amava
No início, se as vezes por ciúme
Eu brigava ela sempre, por costume,
Ser leal, pela mãe, ela jurava;

De trair entretanto ela brincava,
Ao usar da mentira o vil perfume,
Porque sua existência se resume
Em mentir pra quem nela acreditava;

E sem dó, piedade, ou coisa assim,
A mulher, que é doente de tão ruim,
Me enganou friamente o ano inteiro...

E de mim debochava, com certeza,
Em pardieiros lá de Fortaleza,
Nos braços sujos de um caçambeiro...

jose riomar de melo

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