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Tom aflito

Meu verso pouco a pouco fica triste,
E começa a chorar de vez em quando,
Quando dela a lembrança vai chegando
E uma mágoa brutal meu peito assiste;

A pergunta insistente em mim persiste,
Pouco a pouco, cruel, me devorando,
Se não temes sentir, te torturando,
Algum remorso porque me traiste;

Será mágoa, loucura, insanidade,
Essa mistura de ódio e saudade
Que maltrata e persegue os dias meus?

São as perguntas que a mim mesmo faço
Que em tom aflito procuram o espaço
Uma resposta suplicando a Deus...

jose riomar de melo

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