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A mágoa

O Cantinho Poético claudicava
Como bêbado que cai pelas tabernas;
O blog também vai ruim das pernas,
Cada luz da ribalta se apagava!

Quando a máscara da face despencava,
E a verdade, escondida nas cavernas,
Entregou as traições e as badernas,
Da mentira a mansão desmoronava;

Eu não quero vingança, nada disso,
Aos que cospem no prato onde comem!
Quero apenas justiça, e é só isso...

Para a mágoa maior que vem comigo
Do homem que não soube ser um homem,
Amigo que não soube ser amigo!

jose riomar de melo

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