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Maldita sejas, São Gonçalo

Pelas quengas sem número que pariste,
Por familias que vivem de enganar,
E por esse teu tom crepuscular
Hoje escuro, sem vida, quase triste;

Pela vaga lembrança que persiste
Dessa terra onde um dia fui morar,
Em tempos idos quando o lupanar
Não existia como hoje existe!

Nesse áureo tempo que já se perdeu,
Não existia esta familia Abreu,
Não se assistia a miséria moral...

O céu mais claro, sol com mais calor,
Respeito havia, imperava amor,
Meu São Gonçalo te lembrar faz mal...

jose riomar de melo

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Soneto de Jose Riomar de Melo

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