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Entra...te senta na beira da cama...
Me acaricia sob o cobertor...
Deixa que eu sinta neste teu calor
Reacender aquela antiga chama...

Evita agora dizer que me ama,
Finge nos gestos que me tem amor,
Sei que tu fazes seja aonde for
A mesma coisa quando ele reclama;

É carne...É sexo...É tremor...É cio...
É teu desejo incontido e vadio,
Te deita agora, excitaste o menino...

Deixa que em homem ele se transforme,
Mais consistente, talvez mais enorme
Para acalmar teu furor uterino...

jose riomar de melo

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