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E quando te encontrares com o caçamba,
Não deixas de lembrar um tal setembro,
Aquele que deixou-me, bem me lembro,
Até hoje a dançar na corda bamba!

Eu sempre percebi que ia dar samba,
O caso desigual que ora relembro,
Do qual hoje contente me desmembro,
Qual pária que se livra da muamba!

E quando na conversa, na lorota,
Não deixes de falar nesse idiota
Que ingênuo se entregou a teu capricho...

Que qual um pobre otário,um inocente,
Te amou na ilusão que fosses gente,
E tarde descobriu que és um bicho...

jose riomar de melo

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