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Por você

Por você trago a voz amargurada,
O meu canto tornou-se uma saudade,
Meu viver é um ato sem vontade,
O meu passo é uma queda disfarçada;

Por você me tornei um quase nada,
Por você vivo aquém da realidade,
Qual um cego que busca a claridade
Na retina sem luz e atrofiada!

Por você pouca coisa sou agora,
Um farrapo de gente que deplora
A ilusão que viveu e hoje se finda...

O poeta que encontra, desolado,
Entre os restos, destroços do passado,
O pobre estímulo pra viver ainda...

jose riomar de melo

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