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Meu velho pai

Naqueles tempos que jamais esqueço,
Nessa lembrança que na mente cai,
Vejo a figura do meu velho pai
Por quem na vida sempre tive apreço!

Bem sei que ele pagou caro o preço
Daquele vício que com ele vai,
Qual mancha escura que nele recai,
Com rumo certo no seu endereço;

Mas eu me lembro, e nunca me assombro,
Daquele homem com a régua no ombro,
Cansado em casa chegando a tardinha...

Pedreiro humilde, também carpinteiro,
Um homem honesto, positivo, ordeiro,
É como o guardo na lembrança minha...

jose riomar de melo

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