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Não voltes, velho

Foi nas calçadas desse São Gonçalo,
Que tu pregavas o teu Evangelho,
O povo ria a debochar do velho,
Na hipocrisia que a pensar me calo;

Tua palavra tinho o som de estalo
De algum chicote que, sem piedade,
Na plebe rude daquela cidade
Causava, sei,um pequenino abalo;

Com a voz rouca,os sepulcros caiados
Tu relembravas nos teus altos brados,
No tom nervoso que dos lábios sai...

Não voltes,velho,porque hoje em dia,
Multiplicou-se aquela anarquia,
Meu São Gonçalo já não presta, pai...

jose riomar de melo

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