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Uma visita

Das lembranças que chegam na cabeça,
De manhã cedo, se estou cochilando,
Que o teu vulto sinistro vá chegando
Eu não posso evitar que isso aconteça!

Talvez seja o castigo que mereça,
Em parcelas a vida vai cobrando,
Cujo débito termina não sei quando,
Ou no dia feliz em que eu te esqueça!

E num ato cruel, se durmo agora,
Sonho está infartando nessa hora,
Num torpor que ninguém mais acredita...

É por isso que creio firmemente,
Cada vez que tu vens a minha mente,
Eu recebo da morte uma visita!

jose riomar de melo

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