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Semimorto

Quantas vezes sozinho em nosso quarto,
Na lembrança que chega à madrugada,
Te buscando na cama, ali deitada,
Eu em dois sem querer quase me parto!

Essa angústia, da qual nunca me aparto,
Com as vestes da insônia camuflada,
Faz-me ver, meu amor, o quase nada
Que tornei-me ao saber-te separada!

Faz-me ver,de um delirio no transporte,
Que na data infeliz a dona Morte
Te levou e deixou-me um semimorto

Que curtindo estes seus cabelos brancos,
Vai levando, entre trancos e barrancos,
Esse resto de vida sem conforto...

jose riomar de melo

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