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Queria saber

Eu queria saber se teu pernoite,
Logo após a hipócrita novena,
Já deitada, se uma certa cena
Tua mente reprisa como açoite!

Eu queria saber se o travesseiro
Confidente se faz do dia a dia,
Te enxugando uma lágrima que desfia
Por teu rosto malvado e traiçoeiro!

Eu queria saber se a lembrança
Apesar de tão fria ainda alcança
A fronteira de um caso que findaste...

De uma tal relação onde fingistes,
De uma tal confiança que traistes,
De um amor que,perversa, assassinaste...

jose riomar de melo

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Soneto de Jose Riomar de Melo

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