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Censura

Por tratar de um versar de forma pura,
Que procuro fazer com maestria,
Meu soneto se cala à ironia
Que usaste ao fazer tua censura!

Não pra essa ou aquela criatura,
O meu verso por bem se dirigia
Para quem a carapuça cabia,
Sem deboches e sem descompostura!

Quem errou com alguém talvez entenda,
Quem foi falso ,quem sabe, compreenda
Onde a farpa do verso quer chegar...

Meu soneto também pode ofender
Aos que não tendo nada pra dizer
Abrem a linda boquinha pra falar...

jose riomar de melo

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CERTOS AMORES... Certos amores nos deixam marcados. Duras seqüelas, fundas cicatrizes,...

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Soneto de Jose Riomar de Melo

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