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O crente e o chinês

Esse crente chegou ao campo santo,
Naquela tarde de sol muito quente,
Baixou-se ao túmulo de um seu parente,
Botou as flores que trazia num canto!

Ao lado dele, num outro recanto,
Certo chinês abaixou-se na frente
De um mausoléu e um arroz bem quente
E algum feijão botou no chão num manto;

Pergunta o crente,num sorriso torto:
-Acreditais que o teu parente morto
Virá comer teus gostosos sabores?

Responde o china, notando a ironia:
-Ele virá talvez no mesmo dia
Que o teu vier pra cheirar estas flores!

jose riomar de melo

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