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A visão

Como passam detritos que no rio
Para outras paragens se destinam,
Como passam tremores de um frio
Quando em ricos lençóis nos acortinam;

Os percalços da vida nos ensinam
Que o cheio é a véspera do vazio,
Que sempre após o prolongado estio
Aguaceiros no céu se descortinam;

Assim curto na vida meus castigos,
Esperando enxergar noutros postigos,
A visão promissora e alvissareira...

A visão tão querida, tão sonhada,
Que se for só um sonho, só, mais nada,
Que me deixem sonhar a vida inteira...

jose riomar de melo

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