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Seu Deus

Ela senta na cama proletária
Pois tacanho,bem pobre foi seu berço,
Nas gastas contas de seu velho terço,
Ela procede a uma oração diária;

Na pobreza de espírito hereditária,
No caráter mais pobre, bem pequena,
Ela reza uma hipócrita novena,
Porque fé não existe, é secundária!

Pede a Deus, a um Deus que é só dela,
Um arrimo na vida de cadela,
Que ela leva nos guetos da cidade...

Que lhe outorgue,por Rei da compaixão,
Um indulto real pela traição
Que ela fez a um cristão, só por maldade!

jose riomar de melo

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