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Visita da morte

E o sol que brilhou em nossas vidas,
Dando seiva e calor ao nosso sonho,
Nos acenando com um porvir risonho,
Reativando esperanças perdidas;

Hoje um triste cenário de partidas
Ele busca num foco tão bisonho,
Clarear este espaço que,medonho,
Guarda o lustre sem cor das despedidas!

Acabou! Nada resta! Inês é morta!
Nem sequer esperança que conforta
Nos restou nessa história carcomida...

Lembranças que não devem ser lembradas,
Saudades que já não são registradas,
Da visita da morte em nossa vida!

jose riomar de melo

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