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A culpa

E depois de deslizes e de tombos,
De centenas de corpos espalhados,
Da infinidade de desabrigados,
Brilha o Sol outra vez sobre os escombros!

Entre restos, farrapos e biombos,
Que flutuam nos guetos alagados,
Os motivos já são questionados,
Em espectros de rostos nos assombros!

Terá sido vingança da Natura?
Ou descaso banal da criatura
Que não usa da mínima cautela?

Mas agora pra que um responsável?
Reformula o cenário miserável?
Que lancemos a culpa sobre ela...

jose riomar de melo

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