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Nada não

A medida que os dias vão passando,
Que agora parece que são meses,
Eu me perco a ficar, diversas vezes,
Desse estranho passado me lembrando!

O cenário,que aos poucos vai formando,
Me traz cenas de lutas, de revezes,
Outra vez me chega o velho Menezes,
Como sempre parceiro me ajudando!

E eu vejo, por trás de tudo isso,
Analisando o que me restou disso,
Na minha pobre rememoração...

Que a sequela banal de uma saudade,
De vingança uma ânsia de vontade,
Já não sinto mais nada...Nada não!

jose riomar de melo

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Soneto de Jose Riomar de Melo

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