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Nem

Nem tudo aquilo que reluz é ouro,
Nem tudo aquilo que balança cai,
Nem todo esposo de seu filho é pai,
Nem todo escrínio conserva um tesouro!

Zumbir nem sempre provém de besouro,
Tem o que vem e as vezes não vai,
Nem sempre a isca algum peixe atrai,
O diletante nem sempre é calouro!

Nem sempre o choro aflição denota,
Nem sempre mancha o pano desbota...
Nem sempre as vezes a rimar me meto...

Nem sempre agrado nestas entrelinhas,
Nem sempre versos de quatorze linhas
Pode a rigor se dizer que é soneto!

jose riomar de melo

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Soneto de Jose Riomar de Melo

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