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Luppus versus hommo

Muitas vezes à sós, calado cismo,
Nos contratempos,na reviravolta,
O que me aflige,causa mais revolta,
É notar neste povo um tal cinismo;

Nas páginas rotas do meu Catecismo,
Eu aprendi que não existe volta,
Quando o respeito uma vez se solta,
Tudo resvala ao solitário abismo.

Tal se uma febre de insensatez,
Se apossasse de todos, de vez,
Fúrias brutais que a rigor consomem...

Vem constatar que, sem nenhum porém,
Neste mundo ninguém é de ninguém,
E o homem é um lobo para o homem...

jose riomar de melo

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Soneto de Jose Riomar de Melo

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