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Repúdio

Eu repudio a verve que, profana,
Desrespeita, covarde, o que transcende,
Fala de coisas que jamais entende,
Com forma de versar tão leviana;

No desrespeito para uma cigana,
Maldito o vate que me surpreende,
Com o cinismo sem pudor que atende
A rima pobre que do estro emana;

No versar chulo,no estilo bruto,
Pisoteando naquele atributo,
Aquele tal que chamamos respeito...

Talvez a crítica não produza efeito,
Pois o que nasce com algum defeito,
Nem mesmo a morte poderá dar jeito...

jose riomar de melo

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Soneto de Jose Riomar de Melo

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