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O português da Padaria

É indigesto, nojento, é safado,
Inda bate em mulher,é um covarde,
Chama atenção, é de fazer alarde,
Mais um cavalo que foi batizado!

Sua esposa anda com olho inchado,
Pedindo a Deus que deste monstro a guarde,
O empregado que chega mais tarde
Por um minuto é escorraçado;

Todos o temem, ele grita e pronto!
Ninguém se atreve para um confronto
Chamar o monstro, mesmo com razão...

Prosseguem vítimas destas arrogâncias,
São obrigados pelas circunstâncias,
Pela carência, pela precisão...

jose riomar de melo

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