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Emboscada

Quando fico a pensar sozinho à esmo,
Eu me perco entre mil divagações,
Nesta ânsia de ter dois corações,
Ou então ser um clone de mim mesmo;

Num terreno baldio, neste sesmo,
O remorso me chega aos borbotões,
Quando fico a falar com meus botões,
Nestas horas que triste me ensimesmo;

São mil coisas que chegam nas lembranças,
São ciúmes brutais,desconfianças,
De quem teme da sorte uma emboscada...

De quem segue curtindo as agonias,
Onde as noites repassam para os dias,
A triste herança do não saber nada...

jose riomar de melo

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