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Pingo de gente (2)

Agora à tarde ao voltar da cidade,
Olhando os prédios da periferia,
Eu recordei do soneto que um dia
Eu escrevi e bateu-me a saudade;

De tempos idos, da felicidade,
De ter comigo em nossa moradia
Mesmo doente a tua companhia,
E de chorar foi bem grande a vontade;

Pouco mudou do antigo cenário,
Só que na página deste meu diário,
A tua ausência fere o coração...

Mas Deus é Pai e estou consciente
Que nesse instante meu pingo de gente
Ta me esperando noutra dimensão...

jose riomar de melo

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