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Resto do resto

Pobre, triste, sozinha, desprezada,
O ridículo da foto mostra bem,
Quem foi de todos e hoje de ninguém,
No estágio final da sua estrada;

De mentir trouxe a sina desgraçada,
Ser vulgar e barata lhe convém,
Hoje o corpo tão gasto já não tem
Quem o queira, de tanto que alargada!

Do que tanto vagaba fez a festa,
Só o roto farrapo agora resta,
Nos seus seios pendidos para o chão...

No scrap sensual ela propaga
O seu corpo que nem com reza braba,
Causa nos sem futuro algum tesão...

jose riomar de melo

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Soneto de Jose Riomar de Melo

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