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O Soneto de Dom Casmurro

Oh! flor do céu! oh! flor cândida e pura!
O que é deste mundo sem teu mando?
Eu, a celeste abóbada cismando,
Contemplo-te, Justiça, com ternura...

Dás ao céu a devida Providência;
A divina, que seja, a esperança.
E ao humano talante e temperança
Dás sempre o senso reto e consciência.

Mas quando a incontinência te amortalha
No peito da ambição ou do desejo,
Sei que o mar é prantina deste pejo.

Sem a flor da Justiça, o que vejo
É a Honra vexosa, rota e falha:
Ganha-se a vida, perde-se a batalha!

Marcos Satoru Kawanami

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